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Alimentação Carnívora

Posted: 24/02/2014 in Notícias

Amigos:

Já que vem aumentando o número de famosos carnívoros em propagandas na TV (exemplo Tony Ramos, Fátima Bernardes, Roberto Carlos), favorecendo o sofrimento, matança e consumo de seres inocentes e bons, POR QUE MOTIVO veganos brasileiros famosos TAMBÉM não se mobilizam em ações desta ordem, difundindo através da Mídia, uma dieta vegana, saudável para humanos e animais, informando com imagens e/vídeos curtos a proveniência da carne e seu caminho de horror até chegar ao prato do consumidor?

POR QUE NÃO O FAZEM ?!
POR QUE SE CALAM?!

Muita Paz.
Sandra.

Anexo alguns de meus textos.

PENSE NISSO.doc

carta sob proteo animal (pacifista).doc

PARA NO MORRERMOS DE TRISTEZA.doc

OLHOS PARA VER.doc

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Tofu mexido, espinafre com molho cremoso de queijo (de leite de soja), salada, pão integral e capuccino (também com leite de soja)
Veganismo é o modo de vida de quem se habituou a comer alimentos que não têm origem animal, como carne, ovos e leite. Veganos também são contrários à indústria de peles e couro, ao consumo de cosméticos e de medicamentos que fazem experiências com animais em laboratório.

Na mesa do café da manhã do administrador de empresas Vladimir Ferreira, 32 anos, geralmente estão pão integral com melado de cana ou tomate seco com patê de tofu, granola com frutas, suco ou chá. No almoço, arroz integral e feijão, tofu grelhado, batata frita, refogado de legumes com PVT (proteína de soja granulada) e polenta ao sugo. “De verdura eu só como espinafre de vez em quando e gosto muito de couve de bruxelas. Também como quase todo dia macarrão ou lasanha ao sugo, com PVT e brócolis, e de sobremesa, à noite, duas ou três frutas”, acrescenta Vladimir, que faz parte do grupo dos veganos há 10 anos.

Diferente do vegetariano, que também consome leite e ovos, o vegano é aquele que não come carne e nenhum produto de origem animal, como peixes, mariscos, ovos, leite e laticínios. A indústria do vestuário (peles, couro e camurça) também é excluída da vida do vegano, conforme explica Vladimir. “Os veganos boicotam, ainda, a exploração de animais em experiências de laboratórios, nas aulas de vivissecção e no entretenimento humano em circos, zoológicos e rodeios”, completa ele, que também é estudante de alquimia e de medicina natural.

Antes de se tornar vegano, Vladimir era vegetariano convicto. “Cresci com a ideia de que podia viver bem sem comer carne e, assim, não patrocinava o sofrimento dos animais nos abatedouros. Eu sempre ouvia falar dos veganos, mas não entendia o porquê deste extremismo. Achava meio absurdo. Quando a internet se popularizou e tive mais acesso à informação descobri que a exploração dos animais vai muito além da carne”, comenta.

O administrador relata que demorou um pouco para se adaptar ao veganismo, mas conseguiu. “Foi aí que surgiu aquela vontade de fazer algo pelos animais e achei que divulgar a informação era o melhor caminho. Então criamos um site (www.veganos.org), com informações básicas, no qual vendemos camisetas, na esperança de divulgar o veganismo no Brasil.”

Vladimir ainda acrescenta que há vários grupos veganos no País sendo que a maioria são independentes. Outros são ligados a religiões e artes marciais. Outros ligados ao movimento Straight Edge ou ALF (Animal Liberation Front) . Outros ainda ligados a ONGs de proteção aos animais. “Na cidade de São Paulo, somos um grupo pequeno e independente, com cerca de 15 pessoas. Nosso trabalho se dá principalmente com a venda de camisetas e fazemos, eventualmente, palestras em escolas e centros comunitários sobre o veganismo”, ressalta. Segundo ele, os grupos convergem para um mesmo objetivo: o de abolir a exploração dos animais – sejam os de consumo, sejam os utilizados em pesquisas ou em entretenimento.

Sofrimento animal – Para Vladimir, o veganismo é uma postura ética pessoal, baseada na não-exploração de todos aqueles que são capazes de sofrer e ter emoções. “Em geral, todos pedimos e lutamos por justiça e agimos com a filosofia de respeitar o próximo. No entanto, se pensamos um pouco no que fazemos aos animais, podemos concluir que tudo o que não desejamos para nós, praticamos contra eles: aprisionamento, tortura, exploração e extermínio cruel”, analisa. “Se não fazemos isso diretamente, pagamos para alguém fazê-lo, quando vamos ao mercado ou ao açougue e compramos carne. Os veganos descobriram uma coisa óbvia: somos nós, consumidores dos produtos de origem animal, que patrocinamos todo o sofrimento dos animais nos matadouros e fazendas de criação pelo mundo”, destaca Vladimir.

Para ele, há condições de ter uma vida saudável no Brasil, sem que seja preciso o consumo animal. “Não acho justo um animal morrer em desespero pra nos alimentar”, justifica. No próximo dia 1º de novembro será comemorado o Dia Mundial do Vegano. Em São Paulo ocorrerão passeatas, exibição de vídeos sobre o veganismo na Avenida Paulista, oficina de capacitação de voluntários e festival de cinema em Curitiba, cujo tema é “Libertação dos Animais”.

PAULA MESTRINEL 30-10-2011

Fonte: http://www.portaljj.com.br/interna.asp?Int_IDSecao=1&int_id=162626

Diversos tipos de animais são torturados nos testes industriais. Boicote estas empresas!

A partir da próxima semana, será intensificada em Brasília a guerra de interesses entre entidades que apóiam a experimentação animal e outras que condenam a prática. Uma comissão da Fesbe (Federação das Sociedades de Biologia Experimental) irá à capital federal para pressionar os deputados a votarem o projeto de lei 1.153/95, que regulamenta o uso de cobaias no país.

A comissão vai levar aos parlamentares um abaixo-assinado sobre o assunto. Lançado há três semanas, na internet, o manifesto já havia sido assinado por 3.000 pessoas até as 15h30 desta quinta-feira.

Ao saber disso, entidades de defesa dos animais, capitaneadas pela Veddas (Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade), revolveram contra-atacar. Os órgãos lançaram hoje um abaixo-assinado para impedir que a Câmara vote o projeto.

Correntes de e-mail estão circulando na internet pedindo a participação dos internautas. A idéia é pelo menos igualar o número de adesões da campanha da Fesbe. Até o meio da tarde de hoje, havia 1.396 assinaturas.

De acordo com George Guimarães, presidente da Veddas, o objetivo final é que o projeto, que tramita há 12 anos na Câmara, seja reprovado pela Casa. Mas, por enquanto, organização vai tentar protelar essa votação, para que “o outro lado possa expor seus argumentos aos deputados”.

“Resolvemos nos organizar e usar uma arma equivalente, para não parecer que são só eles [da Fesbe] que está lá conversando com os deputados”, diz

Apesar de todo esse tempo no Congresso, o projeto ganhou mais destaque neste ano, em função da polêmica sobre o uso de bichos na ciência.

A discussão sobre os limites éticos dessa prática voltou à tona no começo de outubro, quando o Prêmio Nobel de Medicina foi concedido a cientistas criadores de uma técnica que permite simular em camundongos algumas doenças, de modo a identificar o efeito de certos genes sobre a saúde humana.

Debate

Apesar de o projeto de lei estar no Congresso desde 1995, Guimarães considera que a discussão começou há poucos meses. “Não houve audiência pública. Queremos poder expor nossos argumentos antes que o projeto entre em votação”, diz.

O PL 1.153/95, também conhecido como Lei Arouca, é uma tentativa de regulamentar o uso de animais em laboratório no Brasil, já que não há uma norma nacional que indique claramente os limites dessa prática.

Até hoje, a função de estabelecer os parâmetros para a experimentação animal fica a cargo das comissões de ética de universidades e instituições de pesquisa. Caso esses órgãos não tenham sido instituídos, as decisões cabem a cada cientista individualmente.

Pressão

“Vamos lá pressionar o Chinaglia [Arlindo Chinaglia, presidente da Câmara] para que o projeto entre na pauta do Congresso. É uma questão muito importante”, afirma Marcel Frajblat, presidente do Cobea (Colégio Brasileiro de Experimentação Animal), que faz parte da comissão que vai a Brasília.

O projeto institui por exemplo a criação do Concea (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal), que vai regulamentar o uso de animais para pesquisa e estabelecer as normas e critérios éticos. O órgão será presidido pelo ministro de Ciência e Técnologia.

A matéria estabelece por exemplo que, caso as instituições de pesquisa e ensino descupram as regras, estarão sujeitas a advertência, multa de R$ 5.000 a R$ 20.000, interdição definitiva ou outras penalidades. No caso de profissionais infringirem as regras, a multa vai de R$ 1.000 a R$ 5.000.

Prazo final

De acordo com Guimarães, um dos problemas do PL é o fato de não estabelecer um prazo para o fim da experimentação animal. Para ele, já há alternativas disponíveis para a prática. “Quando você regulamenta o uso de cobaias, acaba institucionalizando isso. Se é para haver uma lei, tem de ser no sentido de reduzir o uso de animais”, afirma.

O argumento do presidente do Veddas é rechaçado pela comunidade científica, que argumenta que houve sim avanços na questão das alternativas, mas que muitas delas ainda não são viáveis econômica e cientificamente.

Para Wothan Tavares de Lima, coordenador da Comissão de Ética e Experimentação Animal do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, o projeto vai sim gerar uma redução no número de animais utilizados. “Isso está implícito. O projeto vai estabelecer que se o utilize o mínimo [de cobaias] possível, quando não há alternativas” , afirma.

“Precisamos de uma lei em nível nacional, que regulamente tudo. Mesmo que você determine que isso [a experimentação animal] vai acabar em dez anos, há a necessidade dizer claramente o que é certo e errado até lá”, afirma.

FELIPE MAIA da Folha Online

Fonte: http://www1. folha.uol. com.br/folha/ ciencia/ult306u3 43932.shtml 08/11/2007 – 16h34